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Palmeiras emite comunicado oficial e sai em defesa de Endrick após caso de racismo no Pré-Olímpico

Endrick em ação contra a Venezuela pelo pré-olímpico Joilson Marconne/CBF

OPalmeirasemitiu um comunicado oficial em defesa de Endrickapós o atacante ter denunciado um caso de racismo contra os seus familiares após a vitória por 2 a 1 da seleção olímpica diante da Venezuela, por 2 a 1, na última quinta-feira (8).

“Manifestamos a nossa solidariedade aos familiares do craque Endrick, vítimas de injúrias racistas durante a partida da Seleção Brasileira contra a Venezuela, em Caracas, pelo Torneio Pré-Olímpico. Não toleramos qualquer forma de preconceito e esperamos que os responsáveis por este ato criminoso sejam devidamente identificados e punidos”, disse o comunicado do Palmeiras.

Nas imagens divulgadas pelo atacante do Palmeiras é possível identificar um jovem, vestindo a camisa da seleção venezuelana, reproduzindo gestos simulando um macaco em direção aos familiares do atleta, que acompanham o jogo nas arquibancadas do Estádio Brígido Iriarte.

Endrick apagou a postagem durante a madrugada.

“Aconteceu com a minha família”, escreveu Endrick em sua conta no Instagram. "Infelizmente aconteceu com a minha família e amigos, mas Deus sabe de todas as coisas. Desculpa, pai, por esse momento. Desculpa, padrinho, por esse momento”.

A Confederação Brasileira de Futebol se manifestou após a denúncia feita por Endrick.

“A CBF repudia os atos de racismo cometidos contra familiares do jogador Endrick ocorridos na noite dessa quinta-feira no Estádio Brígido Iriarte, em Caracas, durante e após o jogo em que a Seleção Brasileira Pré-Olímpica venceu a Venezuela por 2 a 1.

As manifestações de criminosos com camisas da seleção adversária eram dirigidas notadamente ao pai de Endrick, Douglas Ramos. Eles faziam gestos imitando macacos.

Tão logo informado sobre o episódio, o chefe da delegação da Seleção Brasileira na Venezuela, Daniel Vasconcelos, em nome do presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, se solidarizou com o atleta e seus familiares.

A CBF foi a primeira entidade nacional de futebol do mundo a adotar no Regulamento Geral de Competições a possibilidade de punir esportivamente um clube em caso de racismo. A novidade foi incluída no RGC de 2023.

Desde 2022, a CBF faz uma série de campanhas de combate ao racismo no futebol. E conta com um Grupo de Trabalho que discute de forma permanente o assunto”.

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